Por: Diario Digital Castelo Branco
“Enquanto escrevo tu renasces, Mariana, eternamente viva, eternamente vida.” É com esta frase que se revelam ao leitor os “Diálogos com Mariana”, romance de estreia de Ricardo Oliveira. Editado pela Chiado.
“Enquanto escrevo tu renasces, Mariana, eternamente viva, eternamente vida.” É com esta frase que se revelam ao leitor os “Diálogos com Mariana”, romance de estreia de Ricardo Oliveira. Editado pela Chiado.
Editora na colecção Viagens na Ficção, o livro é apresentado este sábado, dia 30, às 15h00, no auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco.
Para além da conversa com o escritor, a sessão, conduzida por Jorge Costa, inclui a exibição de um vídeo, a leitura de poemas e a dramatização de excertos do romance, bem como uma coreografia e momentos musicais a cargo de vários convidados e amigos do autor.
Lançado em Maio no Cineteatro Alba, em Albergaria-a-Velha, e dado a conhecer em Setembro na FNAC de Santa Catarina, no Porto, “Diálogos com Mariana” é uma reflexão sobre a sensibilidade humana onde o amor se assume como valor fundamental da existência. Viagem interior à descoberta do sentido da vida, onde se revelam quer as incoerências e as dificuldades do Homem, quer a incapacidade deste em abraçar o infinito. Mais que a história da relação entre o narrador e a personagem principal, a obra problematiza temas contemporâneos como a eutanásia, o materialismo ou a ecologia, em contraponto com alguns absurdos da sociedade atual, dos conflitos bélicos às hipocrisias do capitalismo.
Nascido em 1980 em Albergaria-a-Velha, e licenciado em Português, Latim e Grego pela Universidade de Aveiro, Ricardo Oliveira exerce funções pedagógicas no ensino particular. Através de “A Cor das Palavras”, há uma década que promove exposições de poesia onde esta surge associada à pintura de Artur Oliveira.
Projecto artístico multi-disciplinar que serve de montra ao colectivo DialogARTE. A mostra já percorreu mais de uma dezena de cidades, entre elas Lisboa, Coimbra, Aveiro, Gaia e Braga. Na Beira Interior, em 2006 esteve patente na Biblioteca Municipal da Covilhã e no Paço da Cultura da Guarda.
Colaborador da Agália, revista de estudos na cultura da Associação Galega da Língua, onde também publica material poético, e da ACLAL - Academia de Letras e Artes Lusófonas, o jovem é ainda responsável, com André Matias, pelo blogue “O Viagente”, onde divulga prosa romanceada.
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