Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Numa declaração ao país, em que anunciou a dissolução da Assembleia da República e a convocação de eleições antecipadas, Cavaco Silva lembrou que o facto de ter aceitado hoje a demissão do primeiro-ministro, implica a demissão do Governo.
Contudo, frisou, apesar da atuação do Governo ficar a partir de agora “circunscrita à prática dos atos estritamente necessários à gestão dos assuntos do Estado”, o executivo “não está impedido de praticar os atos necessários à condução dos destinos do país, tanto no plano interno, como no plano externo”.
“O Governo encontra-se em gestão, mas o Estado português permanece, como permanecem as dificuldades do país e as preocupações dos portugueses no seu dia-a-dia. Por isso, o Estado tem de cumprir os seus compromissos e ninguém pode deixar de fazer tudo aquilo que tem de ser feito para proteger o nosso futuro”, declarou.
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