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País 5 de abril de 2011

Eleições: CDS-PP critica ausência de propostas do PS e diz que é evidente que há um "ciclo que terminou"

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O CDS-PP criticou a ausência de propostas do PS, considerando evidente que há um “ciclo que terminou” e que “o futuro manifestamente não passa” pelo primeiro-ministro demissionário, José Sócrates. O CDS-PP criticou a ausência de propostas do PS, considerando evidente que há um “ciclo que terminou” e que “o futuro manifestamente não passa” pelo primeiro-ministro demissionário, José Sócrates.

Em declarações aos jornalistas no Parlamento numa reação à entrevista que José Sócrates concedeu à RTP1, o deputado do CDS-PP João Almeida lamentou o discurso utilizado pelo primeiro-ministro demissionário.

“Falou muito mais do passado do que do futuro, insistiu em falar muito mais da oposição do que da governação e no limite insistiu em falar muito mais dele próprio do que do país. Isso revela que o futuro manifestamente não passa por este primeiro-ministro”, afirmou.

Apontando como a única coisa que os portugueses têm como garantido com um Governo PS é que, “num cenário em que o endividamento aumenta, em que as famílias passam por mais dificuldades, aquilo que o primeiro-ministro se comprometeu foi com manter o TGV”.

“Esse é o caminho totalmente errado”, frisou o deputado democrata-cristão.

João Almeida disse ainda que ficou evidente na entrevista que José Sócrates “não aprendeu com os próprios erros” e apontou a ausência de propostas por parte do PS, considerando que “isso evidencia que é um ciclo que terminou”.

Relativamente às acusações deixadas por José Sócrates à falta de vontade da oposição em negociar, João Almeida recusou a crítica, lembrando que o CDS-PP apresentou constantemente propostas alternativas, nomeadamente aquando da discussão do chamado PEC 4.

“O primeiro-ministro falou muito mais da oposição do que da governação, nós estamos aqui porque a governação errou, nós estamos aqui porque a governação falhou e, portanto, o primeiro-ministro tem que perceber isso”, referiu.

Questionado se admite uma coligação pós-eleitoral com o PS caso os socialistas vençam as eleições sem maioria, João Almeida não respondeu diretamente, mas admitiu a necessidade de “abrir um ciclo novo”.

“Temos de abrir um ciclo novo, não faz sentido falar sobre isso que é um ciclo antigo”, declarou.

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