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Educação 23 de maio de 2014

Oleiros: Hora do Conto Infantil dedica tema à Primavera

Por: Diario Digital Castelo Branco

Realizou-se hoje, no auditório da Casa da Cultura, mais uma Hora do Conto mensal, desta vez resultante da adaptação livre do texto original da história “ A Amendoeira e o Passarinho Zebedeu”, da autoria de Rosário Alçada Araújo e dirigida às crianças do ensino pré-escolar da freguesia de Oleiros.

Realizou-se hoje, no auditório da Casa da Cultura, mais uma Hora do Conto mensal, desta vez resultante da adaptação livre do texto original da história “ A Amendoeira e o Passarinho Zebedeu”, da autoria de Rosário Alçada Araújo e dirigida às crianças do ensino pré-escolar da freguesia de Oleiros.

O conto falava da insatisfação do Passarinho Zebedeu (Ana Luzia Martins) que achava “tudo uma chatice: partir em busca de comida, chilrear, voar, escapar aos caçadores. Apesar da insistência da mãe para o facto de já ser crescido e ter de lutar sozinho pela sua sobrevivência e convívio com os restante animais da Mãe Natureza, o Passarinho Zebedeu achava que o ideal era haver na floresta um ninho gigante para poder aí permanecer com os seus amigos e ao qual todas as mães levassem nos seus bicos a comida necessária”.

Ora, os seus pedidos não foram atendidos e Zebedeu estava constantemente a queixar-se da vida. “Porque não ser uma árvore, dizia, que não sai do seu lugar nem se cansa como ele na luta diária”. Junto ao ramo da árvore que suportava o seu ninho, estava uma linda Amendoeira em Flor (Helena Lopes) que cansada e revoltada com tantos lamentos disse a Zebedeu: ‘Caro amigo, não podes ser tão exigente com a vida. Na verdade, não saio do meu lugar porque alimento-me através das minhas raízes, mas estou sempre pronta a compensar a Natureza por este facto – na Primavera encanto com flores e no Verão ofereço amêndoas e a sombra a quem a procura. Devias sentir-te feliz, por exemplo, pelo simples mas tão apreciado chilrear que todos apreciam. Zebedeu, o passarinho descontente reconheceu que a Amendoeira tinha razão. Afinal, quando nascemos temos de aceitar o que a Natureza nos reserva, lutar por nós e pelos outros. Só assim, o mundo poderá ser mais encantado.

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