Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
«A descida de resultados, nomeadamente no segundo ciclo, prende-se, sobretudo, com a estrutura da prova. Era uma prova com cerca de 80 por cento de cálculo, mesmo quando o que se pretendia avaliar não era o cálculo, mas eram outros conteúdos. O cálculo condicionou a realização de vários dos itens de uma forma desequilibrada», afirmou Lurdes Figueiral, que não ficou surpreendida com os resultados.
Além disso, disse dirigente da APM, «também no 6.º ano são utilizadas grandezas numéricas absurdas para o tipo de exercício que se pretendia e também para o tipo de instrumento que utilizavam, no caso uma máquina de calcular básica»
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet