Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A União dos Sindicatos de Castelo Branco (USCB) criticou hoje o encerramento de escolas no distrito afirmando que a "luta não pode parar" enquanto se persistir "em manter na lista escolas que não podem encerrar".
A União dos Sindicatos de Castelo Branco (USCB) criticou hoje o encerramento de escolas no distrito afirmando que a "luta não pode parar" enquanto se persistir "em manter na lista escolas que não podem encerrar".
Em comunicado, a USCB diz que segundo a lista tornada pública pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) se verifica no distrito de Castelo Branco "uma redução de escolas a encerrar em comparação com a lista inicial".
Os sindicalistas argumentam que "a luta não pode parar", uma vez que o MEC "persiste em manter na lista escolas que não podem nem devem encerrar".
Segundo a USCB, em causa está o encerramento das escolas de Cebolais de Cima e Freixial do Campo (Castelo Branco); Enxames (Fundão); Barco e Erada (Covilhã); Carvalhal Formoso, Maçainhas e Colmeal da Torre (Belmonte); Aldeia do Bispo (Penamacor); Serra de São Domingos (Sertã) e Relva (Idanha-a-Nova).
A USCB apela às populações e autarcas das freguesias onde há escolas que ainda correm o risco de encerrar para que "não abrandem a pressão e a luta".
Isto porque, segundo referem, "muitas das escolas que foram excluídas das listas de encerramento foram aquelas onde a pressão foi mais forte e onde os autarcas mais se mobilizaram", conclui.
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