Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova anunciou que entregou um novo requerimento no Tribunal de Castelo Branco contra o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto, após saber da ausência de distribuição de horários.
O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova anunciou que entregou um novo requerimento no Tribunal de Castelo Branco contra o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto, após saber da ausência de distribuição de horários.
"Este novo requerimento foi entregue em resposta à resolução fundamentada de interesse público proferida pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC)", disse o presidente do município.
Armindo Jacinto explicou ainda que o requerimento foi entregue no tribunal, no dia 29 de agosto, "assim que a autarquia tomou conhecimento da não distribuição de horários para o funcionamento das atividades extracurriculares (AEC)" naquela escola.
No documento, o município solicita ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco que qualquer ato de execução relativo ao encerramento do Complexo Escolar de Monsanto "seja considerado indevido".
Armindo Jacinto refere que para a Câmara de Idanha-a-Nova, "para todos os efeitos, a escola de Monsanto continua aberta até decisão judicial em contrário".
O autarca diz que o Complexo Escolar de Monsanto registou um aumento do número de matrículas para o ano letivo de 2014-2015, somando atualmente mais inscrições nas valências de jardim-de-infância e 1.º ciclo, num total de 28 alunos.
Seja qual for a decisão judicial, Armindo Jacinto sublinha que o município "não deixará de continuar a reagir contra a decisão do MEC, lutando por todos os meios legais ao seu alcance para que a política de encerramento de serviços possa ser contestada" e seja colocado um ponto final "à política de desertificação do interior do país".
A Câmara de Idanha-a-Nova entregou a 17 de julho, no Tribunal de Castelo Branco, uma providência cautelar para travar o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto.
Na altura, o autarca considerou que "tendo sido esgotado o diálogo que se tentou com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e com a Direção de Serviços da Região Centro da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), só resta esta via jurídica para reivindicar os direitos de igualdade de tratamento desta escola comparativamente com outras no país".
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet