Por: Diario Digital Castelo Branco
O Colégio Arbitral decidiu esta 6ª-feira, por unanimidade, não decretar serviços mínimos para a greve de professores, convocada por sete sindicatos para o dia da prova de avaliação docente, na próxima semana.
O Colégio Arbitral decidiu esta 6ª-feira, por unanimidade, não decretar serviços mínimos para a greve de professores, convocada por sete sindicatos para o dia da prova de avaliação docente, na próxima semana.
A decisão, que chegou aos sindicatos por volta das 16:00, foi hoje comunicada aos jornalistas numa conferência de imprensa da Plataforma de sindicatos que convocou a paralisação de dia 19 contra a prova de avaliação de capacidades e conhecimentos (PACC), anuncia o Diário Digital.
"Os professores que estiverem convocados para mais este acto de humilhação podem nesse momento [a partir da hora do início da prova ] iniciar a greve, sem qualquer tipo de preocupação de permitir ou não a realização da prova", declarou Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF).
Na decisão tomada por unanimidade, o colégio arbitral que indeferiu o decretamento dos serviços mínimos recordou a jurisprudência criada pela decisão semelhante tomada em 2013, quando se decidiu não decretar serviços mínimos na greve de docentes convocada para o dia do exame nacional de Português.
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