Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A fase final da 12.ª edição do prémio "Fundação Ilídio Pinho - Ciência na Escola" decorre em Castelo Branco nos dias 08 e 09 de junho, data em que vão ser conhecidos os vencedores, foi esta 6ª-feira anunciado.
A fase final da 12.ª edição do prémio "Fundação Ilídio Pinho - Ciência na Escola" decorre em Castelo Branco nos dias 08 e 09 de junho, data em que vão ser conhecidos os vencedores, foi esta 6ª-feira anunciado.
"É a primeira vez que esta iniciativa decorre no interior e é um privilégio para a Câmara de Castelo Branco poder acolher esta mostra de projetos científicos na área escolar", disse o vice-presidente da Câmara.
O autarca, que falava durante uma conferência de imprensa para apresentação da 12.ª edição do prémio "Ciência na Escola", explicou que o município de Castelo Branco está aberto a todas as iniciativas que digam respeito à inovação tecnológica.
"Estamos muito atentos e interessados a tudo o que diga respeito à inovação tecnológica e temos diversas instituições viradas para a inovação e o desenvolvimento. É uma grande oportunidade para as escolas de Castelo Branco, professores e alunos, perceberem aquilo que se faz e a oportunidade que esta iniciativa tem", adiantou.
Arnaldo Brás sublinhou ainda que o prémio Fundação Ilídio Pinho - Ciência na Escola tem passado, ao longo dos anos, mais pelas regiões do litoral e pelo norte do país.
"É a primeira vez que temos a iniciativa no interior e é para nós estimulante que seja em Castelo Branco e que possamos estimular os nossos alunos para estas áreas científicas e tecnológicas", concluiu.
Por seu turno, o diretor da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), José Alberto Duarte, explicou que este projeto foi iniciado por Ilídio Pinho em memória de um filho que morreu aos 23 anos.
"É daí que nasce o primeiro projeto que vai este ano na 12.ª edição. O Ministério da Educação e Ciência e particularmente a DGEstE é parceira da fundação para que possa ser colocado em marcha aquilo que [Ilídio Pinho] faz com tanto gosto, que é fomentar nos alunos o gosto pela ciência", disse.
Este responsável explicou também o funcionamento do "Ciência na Escola", que começa com uma candidatura das escolas à apresentação de projetos que são avaliados por um júri numa primeira fase.
"Aqueles que são escolhidos pelo júri têm de imediato um apoio financeiro da fundação para a sua implementação. Os projetos decorrem depois ao longo do ano letivo. Mais tarde, o júri volta a reunir para avaliar o que foi feito e vai premiar os melhores", referiu.
José Alberto Duarte referiu que aquilo que vai acontecer em Castelo Branco nos dias 08 e 09 de junho é exatamente a mostra desses projetos que passaram à segunda fase.
Nesta edição, candidataram-se no início do ano letivo um total de 856 projetos aos quatro escalões (pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário), sendo que destes passaram à fase final 313 projetos que vão estar em Castelo Branco e de onde vão sair os vencedores do prémio "Ciência na Escola".
O diretor da DGEstE sublinhou ainda que nesta edição estão em jogo cerca de 300 mil euros em prémios, sendo que 50% desse valor foi atribuído na primeira fase para a implementação dos projetos e os outros 50% vão premiar os vencedores.
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