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Educação 29 de maio de 2015

Castelo Branco: ESE acolheu II Seminário do Mestrado em Gerontologia

Por: Diario Digital Castelo Branco

Realizou-se no dia 19 deste mês, no auditório da Escola Superior de Educação (ESE) o II Seminário do Mestrado em Gerontologia Social, Realidade(s) e Contextos, organizado pela Comissão Científica do Mestrado em Gerontologia Social.

Realizou-se no dia 19 deste mês, no auditório da Escola Superior de Educação (ESE) o II Seminário do Mestrado em Gerontologia Social, Realidade(s) e Contextos, organizado pela Comissão Científica do Mestrado em Gerontologia Social do IPCB/ESE-ESALD (Maria João Guardado Moreira, Paula Sapeta e Clotilde Agostinho).

Este seminário teve como objetivos dar a conhecer a investigação que se tem realizado no âmbito do mestrado, e analisar o seu contributo para a intervenção e investigação qualificadas no domínio da Gerontologia Social, bem como proporcionar a partilha de projetos, ideias, experiências e saberes que contribuem cientifica e socialmente para um melhor conhecimento da realidade.

Esta iniciativa, em que estiveram presentes cerca de 150 pessoas entre estudantes de licenciatura e mestrado e técnicos de várias instituições, contou com a participação do Professor Manuel Villaverde Cabral (Diretor do Instituto do Envelhecimento da Universidade de Lisboa) que proferiu uma conferência sobre Envelhecimento Activo: Pragmática, Ideologia e Biopolítica. Também estiveram presentes o Coronel Alfredo Gonçalves do Comando Territorial da GNR de Castelo Branco, que falou sobre os Censos Sénior, da responsabilidade da GNR, Coronel José Alves (Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco) e o Dr. António Melo Bernardo (Diretor do C.D. de Castelo Branco) que intervieram num painel sobre Respostas sociais para a população idosa. Foram também apresentados estudos desenvolvidos na área de envelhecimento em que participaram, ou que foram desenvolvidos por docentes da ESECB: Maria João Guardado Moreira apresentou os principais resultados do projeto, promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, Dinâmicas Demográficas e Envelhecimento da População Portuguesa (1950-2011): evolução e perspectivas e Henrique Gil, Cidadania Digital 65+.

Neste dia foram assinados protocolos de parceria entre o IPCB e a Universidade da Extremadura, com a presença do Prof. Florêncio Castro, que colabora desde o início com o mestrado. Estes protocolos vão permitir desenvolver investigação conjunta, bem como criar uma plataforma comum para candidaturas a nível europeu na área do envelhecimento.

Foram igualmente apresentados alguns dos trabalhos finais, já defendidos no âmbito do Mestrado em Gerontologia Social da ESE/ESALD e que são uma referência da investigação que o IPCB está a desenvolver nesta área do envelhecimento: Sónia Andreia Ramos Rodrigues, O espelho da velhice através da visão de crianças/jovens – meio urbano versus meio rural; Teresa Maria Póvoa Ramos, A (I)Literacia Digital e as pessoas idosas: os cartoons e os seus estereótipos.; Raquel Susana da Silva Almeida, Representações sociais do idoso institucionalizado e influência na comunicação dos profissionais ajudantes de ação direta; Mariline de Oliveira Peres, Os idosos institucionalizados. Estudo de algumas variáveis; Inês Alexandra Ramalhete Tôco, Centro de atenção à doença de alzheimer – proposta de implementação na Cidade de Castelo Branco.

Num contexto em que as alterações demográficas e socioculturais ocorridas em Portugal nas últimas décadas deram origem ao aumento do peso relativo dos idosos no total da população e ao aumento das necessidades de sistemas de proteção e de serviços de cariz social que respondam às necessidades específicas deste grupo etário, o IPCB considera que tem um papel fundamental no desenvolvimento da investigação aplicada nesta área e de apoio às instituições e organizações trabalham junto dos idosos. Neste sentido, o Mestrado em Gerontologia Social do IPCB/ESE-ESALD que já vai na sua quarta edição, assim como a investigação desenvolvida pelos mestrandos e pelos docentes, pelas temáticas, mas também pela reflexão e intervenção que muitas vezes suscitam nas instituições onde é realizada, constitui já uma resposta às necessidades atuais e emergentes da sociedade regional, mas também nacional.

 

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