Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Duas educadoras de infância da Covilhã que estavam na requalificação foram reintegradas depois de o Tribunal Administrativo de Coimbra ter julgado procedentes as duas providências cautelares apresentadas, disse fonte sindical.
Duas educadoras de infância da Covilhã que estavam na requalificação foram reintegradas depois de o Tribunal Administrativo de Coimbra ter julgado procedentes as duas providências cautelares apresentadas, disse fonte sindical.
"Finalmente, o que esperávamos aconteceu. As duas educadoras de infância foram reintegradas no dia 09 na delegação da Segurança Social da Covilhã", disse a responsável da delegação de Castelo Branco do Sindicatos dos Professores da Região Centro (SPRC), Dulce Pinheiro.
As educadoras de infância tinham sido enviadas para a requalificação no âmbito da reestruturação do Instituto de Segurança Social (ISS), sendo que uma pertencia ao infantário Capuchinho Vermelho (Tortosendo) e a outra estava a trabalhar na delegação da Segurança Social da Covilhã.
A reintegração surge depois de o Tribunal Administrativo de Coimbra ter julgado procedente o pedido de providência cautelar formulados pelas duas educadoras de infância.
Em função disso, declarou suspensa a deliberação de 03 de fevereiro de 2015, do conselho diretivo do ISS, "e ineficazes, relativamente às requerentes quaisquer atos de execução dos mesmos despacho e deliberação, já praticados, intimando o requerido ISS a admitir as requeridas a retomar as suas funções e a nelas permanecer (...)".
O sindicato explica ainda que caso o tribunal tivesse confirmado a passagem à requalificação das duas educadoras de infância, estas continuariam com um corte salarial superior a 50% no seu vencimento e estariam sem quaisquer perspetivas de reingressar no mercado de trabalho.
"São trabalhadoras com mais de 40 anos e com dezenas de anos de dedicação, trabalho abnegado e de reconhecida qualidade na Segurança Social, que assim se desperdiçaria", sublinha.
Segundo o SPRC, esta decisão do Tribunal Administrativo de Coimbra vem confirmar a posição que sempre defenderam, "e a justeza da crítica à grave ação do ministro Mota Soares e do Governo nesta matéria", conclui.
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