Por: Diario Digital Castelo Branco
Na 4ª-feira passada, dia 18, no âmbito do Dia Internacional dos Museus, a Câmara Municipal da Covilhã devolveu à cidade duas peças esquecidas.
Na 4ª-feira passada, dia 18, no âmbito do Dia Internacional dos Museus, a Câmara Municipal da Covilhã devolveu à cidade duas peças esquecidas.
Um janelão manuelino com mais de 500 anos, que se encontrava localizado na Casa da Hera e que representa um marco na valorização do património cultural edificado desta cidade. E uma pintura a óleo do século XVII/XVIII representando o Calvário, que se encontrava há cerca de 30 anos na emblemática Capela de São Martinho.
Em o comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco, Vítor Pereira, Presidente da Câmara Municipal, faz referência aos últimos projetos da autarquia desenvolvidos no âmbito patrimonial e cultural, elogiando assim a equipa da Divisão de Cultura. O edil destaca a Covilhã como cidade atenta à sua história preocupada com o património cultural edificado.
Durante a cerimónia, o Arquiteto Pedro Flávio, em representação da equipa municipal envolvida no projeto, fez a apresentação do trabalho técnico de instalação do “Memorial da Casa da Hera” na Rua 1º de Dezembro, ao que se seguiu a apresentação de um filme que contextualizou historicamente este emblemático janelão.
No final da cerimónia, o Grupo de Ginástica Acrobática do Agrupamento de Escolas A Lã e a Neve apresentou uma performance rítmica centrada na cidade da Covilhã, após o que os munícipes se deslocaram ao Museu de Arte Sacra para ver ao vivo a pintura do Calvário do século XVII, que vai estar patente ao público neste espaço museológico.
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