Por: Diario Digital Castelo Branco
Há um ano, em pleno Fora do Lugar, chegava a notícia de que a UNESCO atribuíra a Idanha-a-Nova o título de Cidade Criativa da Música. 12 meses depois, a quinta edição deste festival internacional de músicas antigas, teve sabor a consagração.
Há um ano, em pleno Fora do Lugar, chegava a notícia de que a UNESCO atribuíra a Idanha-a-Nova o título de Cidade Criativa da Música. 12 meses depois, a quinta edição deste festival internacional de músicas antigas, teve sabor a consagração.
Foram três semanas de concertos e atividades educativas e culturais, por vilas e aldeias do concelho idanhense. No concerto de encerramento, este sábado, a música basca de Kepa Junkera & Sorginak levou ao rubro a imponente Sé de Idanha-a-Velha.
“Foi mais uma grande edição do Fora do Lugar, novamente com um sabor muito especial”, começou por dizer no encerramento o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.
Em comunicado enviado ao Diário Digital Castelo Branco, Armindo Jacinto recorda que “há um ano Idanha-a-Nova tornou-se a primeira comunidade rural do mundo a integrar a rede de Cidades Criativas da UNESCO, composta por grandes cidades como Liverpool, Bolonha ou Sevilha”.
“Agora”, refere o autarca, “a distinção que conseguimos dá-nos responsabilidades acrescidas, e o Fora do Lugar é já uma referência entre os projetos culturais da região e do país”.
Com efeito, salas cheias e grandes concertos voltaram a fazer do Fora do Lugar um sucesso. O festival é produzido pela Arte das Musas em parceria com o Município de Idanha-a-Nova, com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção-Geral das Artes.
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