Por: Cristina Valente
“Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” é a exposição que está patente no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, até dia 8 de abril. A mostra apresenta obras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa, Julião Sarmento e Paula Rego, João Vieira, Júlio Pomar, Joaquim Rodrigo, José Guimarães entre outros.
“Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” é a exposição que está patente no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, até dia 8 de abril.
A coleção de Serralves é uma coleção de referência que oferece um contexto internacional único para a compreensão da arte contemporânea em Portugal, razão pela qual Castelo Branco é Município Fundador da instituição.
Na inauguração da mostra, Luís Correia, Presidente da Câmara de Castelo Branco, tem dado grande passos a nível nacional e mesmo internacional na área cultural.
"Esta mostra cumpre vários objetivos da autarquia, desde logo o caminho que estamos a construir com sustentabilidade, mas grande futuro, na politica cultural" mas para o autarca a mostra é também durante estes meses um ponto de atratividade de turistas à cidade, "com esta exposição esperamos aumentar o número de visitas de turistas à nossa cidade" disse Luís Correia.
Ana Pinto, da Fundação de Serralves, explicou que a mostra reúne mais de 30 obras da Coleção da Secretaria de Estado da Cultura, à guarda do Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
Esta mostra insere-se, disse a responsável, na estratégia de Serralves, em "sair dos seus muros" e estar mais próxima das pessoas.
"Este ano tivemos 5 exposições fora de Portugal, duas deles fora da Europa, no Brasil e Estados Unidos e várias exposições em Portugal, em colaboração com as autarquia fundadoras da fundação, fizemos este ano 22 exposições, mais 3 em Lisboa" acrescentou Ana Pinto.
Ana Pinto deixou elogios à dinâmica da autarquia albicastrense e ao espaço do Centro de Cultura Contemporânea; "temos aqui [CCCCB] um espaço extraordinário, no qual é um prazer e um gosto trabalhar".
A nova exposição no CCCCB representa, por um lado, os primórdios da constituição da Coleção de Serralves e, por outro, uma perspectiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960-80.
As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra.Quase todos os artistas selecionados para esta mostra estudaram e iniciaram as suas carreiras no difícil ambiente da ditadura portuguesa em que a censura e a repressão política e cívica conduziu vários deles à prisão ou mesmo ao exílio.
A mostra apresenta obras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa, Julião Sarmento e Paula Rego, João Vieira, Júlio Pomar, Joaquim Rodrigo, José Guimarães entre outros.
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