Ródão: Os efeitos dos ansiolíticos em debate na Biblioteca Municipal

A Biblioteca Municipal José Baptista Martins, em Vila Velha de Ródão, promove mais uma edição da iniciativa “Pessoas que se juntam para conversar”. Desta vez, a convidada é a investigadora Ana Gonçalves, do Laboratório de Neuropsicofisiologia da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, que procurará responder à questão “Que efeitos têm os ansiolíticos nas decisões e nas relações com os outros?”.

  • Cultura
  • Publicado: 2019-11-06
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A Biblioteca Municipal José Baptista Martins, em Vila Velha de Ródão, promove mais uma edição da iniciativa “Pessoas que se juntam para conversar”. Desta vez, a convidada é a investigadora Ana Gonçalves, do Laboratório de Neuropsicofisiologia da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, que procurará responder à questão “Que efeitos têm os ansiolíticos nas decisões e nas relações com os outros?”.

Natural do concelho de Castelo Branco, Ana Gonçalves integra a equipa de um projeto que reúne investigadores de diversas universidades nacionais e tem como principal objetivo explorar as alterações associadas com o uso prolongado das benzodiazepinas na cognição social e tomada de decisão, usando medidas comportamentais e neurofisiológicas.

Tendo em conta que o uso prolongado das benzodiazepinas, frequentemente prescritas para queixas como a ansiedade, depressão, insónias e situações de stress, se tornou um fenómeno amplamente disseminado e tem sido associado a défices em domínios cognitivos, este projeto pretende contribuir para a compreensão dos efeitos do uso prolongado das benzodiazepinas na tomada de decisões, de forma a promover o uso mais consciente destes fármacos e ajudar na criação de programas interventivos no futuro.

Neste mesmo dia, tem lugar, às 17h00, mais uma reunião do Clube de Leitura de Autores Clássicos sobre livros e autores dos séculos XVI a XVIII, onde vão estar em destaque “As Cartas Persas”, de Montesquieu, e a obra do filósofo racionalista Espinosa.

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