Por: Diário Digital Castelo Branco
No âmbito de uma audição regimental do Ministro do Ambiente e Ação Climática, na Comissão de Agricultura, a deputada Joana Bento, eleita do PS, no Distrito de Castelo Branco teve oportunidade de defender a importância do Plano de Transformação de Paisagem, que nesta legislatura foi alargado a mais Municípios do Distrito de Castelo Branco.
Segundo a informação enviada ao Diário Digital Castelo Branco, a deputada defendeu, a par de dúvidas levantadas pela deputada eleita do PSD de Castelo Branco, Cláudia André, que mostrou uma visão pouco integrada do território que “não vê que o território deve ser intervencionado forma integrada e que a intervenção no pinhal interior deve ser feita dessa. Por que só assim se viabiliza uma gestão ativa do território, enquanto pilar da prevenção dos incêndios rurais e da construção de uma paisagem rural sustentável e resiliente”.
Acrescentou que “Só uma gestão e intervenção integrada é que possível objetivo de promover uma transformação da paisagem que garanta a resiliência, a sustentabilidade e a valorização do território”.
Questão essa que já tinha formulado no dia 12 de maio de 2020, conforme link que se anexa.
Tendo tido oportunidade de questionar e defender que o Distrito de Castelo Branco tem exemplos de capacidade de resiliência do território e da forma como captam e ganham fatores diferenciadores, de capacitação desses territórios.
A esse propósito deu o exemplo de “Idanha-a-Nova que tem sido um pólo de atração de pessoas e empresas que procuram um modelo de desenvolvimento sustentável baseado nos recursos endógenos desta região raiana. Todo o distrito de Castelo Branco tem um património natural e cultural singular, apostando na agricultura e pecuária, na pecuária biológica, na permacultura, no turismo”
Questionou que “A instalação de um amendoal, em Idanha a Nova, tem vindo a público como um investimento que pode pôr em causa o desenvolvimento sustentável daquela região. Como está este investimento, que até 20 de abril teve o seu estudo de impacte ambiental em consulta pública a ser monitorizado?”
Há ou não a confirmação que esta plantação, que é servida pelo regadio de Idanha (cujo aproveitamento dos recursos é desejável, e não o seu contrário, usa de práticas que colocam em causa a biodiversidade? De que forma este investimento está a ser.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet