10. Carlos (38 jogos)
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| Carlos |
9. Tavares (39 jogos)
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| Tavares |
Em 1992-93 até começou como titular, mas Gorriz destronou-o, não indo além de cinco encontros e sete golos sofridos numa campanha que culminou na descida à II Divisão B.
Após a despromoção voltou ao Algarve para representar o Louletano.
8. Entchev (41 jogos)
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| Entchev |
Avançado búlgaro proveniente do Dunav Ruse, do seu país, reforçou o Benfica Castelo Branco em outubro de 1991.
Na primeira época em Portugal só começou a jogar à 6.ª jornada, mas foi a tempo de atuar em 20 encontros (todos a titular) e apontou quatro golos, diante de Feirense, União de Leiria, Desp. Aves e Académica, ajudando a alcançar a permanência.
Já em 1992-93 disputou 21 jogos (16 a titular) e faturou por três vezes, frente a Desp. Aves, Felgueiras e Louletano, mostrando-se impotente para evitar a despromoção.
Após a descida à II Divisão B permaneceu mais alguns meses no clube.
7. Babá (47 jogos)
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| Babá |
Defesa central angolano de elevada estatura (1,92 m) e com um longo trajeto no futebol algarvio ao serviço de Imortal, Silves e Quarteirense, mudou-se para Castelo Branco no verão de 1991.
Com impacto imediato na equipa, apesar de se estar a estrear na II Liga, disputou 29 jogos (28 a titular) e marcou um golo ao Feirense na época de estreia no Municipal Vale do Romeiro.
Na temporada seguinte atuou em 18 partidas (sempre a titular), mas foi impotente para evitar a descida à II Divisão B.
Após a despromoção do Benfica Castelo Branco permaneceu no segundo escalão com a camisola do Nacional.
6. Nunes (60 jogos)
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| Nunes |
Mais um jogador algarvio conhecido do treinador Bernardino Pedroto, neste caso um médio natural de Odeceixe, concelho de Aljezur, bem perto da fronteira com o distrito de Beja. Após ter jogado por Portimonense, Académico Viseu e Penafiel na I Divisão reforçou o Benfica Castelo Branco no verão de 1990.
Na edição inaugural da II Liga foi titularíssimo nas águias beirãs, tendo disputado 36 jogos (todos no onze inicial) e apontado dois golos, frente a Desp. Aves e União de Leiria, contribuindo para a obtenção de um honroso 5.º lugar.
Na temporada seguinte atuou em 24 encontros (16 a titular) e ajudou os albicastrenses a assegurar a permanência.
No verão de 1992 rumou a Trás-os-Montes para representar o Vila Real.
5. Dito (61 jogos)
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| Dito |
O melhor marcador de sempre das águias beirãs na II Liga, com 13 golos.
Avançado internacional sub-16 natural de São João da Madeira e que jogou nos juniores do Sporting ao lado de Fernando Mendes, Litos e Futre, não encontrou espaço na equipa principal dos leões e por isso procurou a sorte noutras paragens. Já depois de ter passado por União da Madeira e Vitória de Guimarães ingressou no Benfica Castelo Branco em 1989.
Na primeira época no clube contribuiu com 15 golos para o 7.º lugar na Zona Centro que valeu o apuramento para a edição inaugural da II Liga.
Em 1990-91, no primeiro ano após a reformulação do segundo escalão, foi utilizado nas 38 jornadas (36 a titular) e apontou 10 golos do campeonato, frente a Varzim (dois), Freamunde, Torreense, Lusitano VRSA, Leixões, Paços de Ferreira, Louletano, Académico Viseu e Portimonense, contribuindo para a obtenção do honroso 5.º lugar.
Na temporada seguinte atuou em 23 encontros (17 a titular) e faturou por três vezes, diante de Sp. Espinho, Belenenses e Olhanense, ajudando a assegurar a permanência.
Após três anos no Municipal Vale do Romeiro mudou-se para o Fafe, tendo regressado a Castelo Branco em 1993-94 para jogar na II Divisão B.
4. César Vaz (63 jogos)
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| César Vaz |
Defesa central lisboeta formado no Belenenses, passou por Olhanense, Atlético e pela equipa de reservas do Vitória de Guimarães antes de assinar pelo Benfica Castelo Branco no verão de 1989, tendo ajudado as águias beirãs a garantir um lugar na edição inaugural da II Liga.
Em 1990-91 disputou 36 jogos (todos a titular) no reformulado segundo escalão e contribuiu para a obtenção de um honroso 5.º lugar.
Na temporada seguinte manteve-se de pedra e cal no onze beirão, tendo participado em 27 encontros (sempre a titular) no campeonato e ajudado os albicastrenses a assegurar a permanência.
No verão de 1992 mudou-se para a União de Leiria e um ano depois voltou ao Vitória de Guimarães, clube pelo qual haveria de jogar 68 minutos na I Liga.
3. Zarro (86 jogos)
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| Zarro |
Lateral/extremo direito internacional sub-18 natural da Nazaré e formado no Sporting ao lado de Amaral, Cadete e Secretário, passou pela equipa de reservas do Vitória de Guimarães e pelo Seixal antes de se comprometer com o Benfica Castelo Branco no verão de 1990, aquando da subida à II Liga.
Na primeira época no Municipal Vale do Romeiro disputou 28 jogos (três a titular) e marcou um golo à Académica, ajudando os albicastrenses a alcançarem um brilhante 5.º lugar.
Na temporada que se seguiu foi ganhando espaço no onze inicial, tendo atuado em 27 encontros (17 a titular) e contribuído para que a equipa assegurasse a permanência.
Já em 1992-93 tornou-se titular indiscutível, tendo participado em 31 partidas (sempre a titular) e apontado um golo ao Felgueiras. Contudo, não evitou a descida à II Divisão B.
Após a despromoção mudou-se para o Portimonense, tendo ainda passado pelo Sp. Covilhã antes de voltar a Castelo Branco no início de 1997 para jogar durante cerca de três meses na II Divisão B.
Depois voltou a deixar o clube, mas prosseguiu a carreira na Beira Baixa com a camisola do Alcains.
2. Luís Filipe (87 jogos)
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| Luís Filipe |
Extremo esquerdino internacional sub-18 que passou pela prestigiada formação e pelos seniores do Barreirense e que atuou na I Divisão com as camisolas de Belenenses e Farense, ingressou no Benfica Castelo Branco no verão de 1989, por indicação de Miguel Quaresma, com quem tinha jogado no Restelo.
Logo na primeira época no clube, contribuiu para o apuramento para a edição inaugural da II Liga. “Tínhamos uma boa equipa e o objetivo era ficar no primeiro terço da tabela, porque sabíamos que no ano seguinte iria ser criada a II Liga do futebol profissional”, contou ao portal Desportivo Transmontano em fevereiro de 2021.
No reformulado segundo escalão disputou 35 jogos (30 a titular) e apontou quatro golos, diante de Freamunde, Académico Viseu, Estoril e Recreio de Águeda, em 1990-91, ajudando as águias beirãs a alcançar um honroso 5.º lugar. “Grande equipa. Humilde, aguerrida e com muita qualidade, E com um grande comandante: Bernardino Pedroto. Curiosamente, na pré-época não conseguimos ganhar jogo nenhum. Levantaram-se muitas dúvidas. Começou o campeonato e fomos vencer ao Varzim. Embalámos para uma grande temporada”, lembrou, ainda que com um amargo de boca por não ter subido à I Liga: “Foi futebol! Houve dois jogos marcantes. A derrota em casa com o Leixões (0-2) e, na semana seguinte, o desaire totalmente inesperado em Vila Real de Santo António (1-0), com o último classificado. A equipa sentiu muito esse resultado e não conseguiu reagir. Era um campeonato muito forte e o Benfica Castelo Branco cedeu num momento crucial. Mas fez um grande campeonato.”
Na época seguinte atuou em 28 encontros (26 a titular) e contribuiu para que a permanência fosse assegurada, mas em 1992-93 foi impotente para evitar a despromoção, numa temporada em que apenas marcou presença em 24 partidas (22 a titular).
Após a descida de divisão permaneceu mais um ano no clube, rumando depois para o Mealhada antes de voltar ao distrito de Setúbal para representar Montijo, Palmelense e Marítimo Rosarense.
“Castelo Branco é una cidade maravilhosa. Ficou no coração de toda a família, da minha esposa e das minhas filhas. Adorámos viver lá. Construi amizades para a vida e um afilhado, o Zarro”, recordou.
1. Chico Lopes (93 jogos)
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| Chico Lopes |
Nesta lista não podia faltar um nativo da Beira Baixa, neste caso um defesa central natural de Idanha-a-Nova, representou Idanhense, Alcains e Caldas antes de ingressar no Benfica Castelo Branco no verão de 1989, tendo logo na primeira época contribuído para o apuramento para a edição inaugural da II Liga.
Na estreia no reformulado segundo escalão disputou 32 jogos (todos a titular) e apontou três golos, diante de Torreense, Lusitano VRSA e Académico Viseu, ajudando as águias beirãs a obter um brilhante 5.º lugar.
Em 1992-93 atuou em 33 partidas (sempre a titular), marcou um golo ao Vitória de Setúbal e outro ao Académico Viseu, tendo sido importante para que os albicastrenses assegurassem a permanência.
Na temporada que se seguiu foi utilizado em 28 encontros (todos no onze inicial), mas foi impotente para evitar a despromoção.
Após a descida à II Divisão B mudou-se para o Feirense, tendo voltado a vestir a camisola do Benfica Castelo Branco em 1995 e 2003.









