Por: Diario Digital Castelo Branco
Reuniu ontem, dia 19 de junho, o Conselho Presbiteral da Diocese de Portalegre-Castelo Branco. Em Agenda estava, sobretudo, fazer o ponto da situação do Sínodo Diocesano em curso, avaliar a sua concretização e refletir formas para continuar a sensibilizar e envolver a comunidade diocesana.
Reuniu ontem, dia 19 de junho, o Conselho Presbiteral da Diocese de Portalegre-Castelo Branco. Em Agenda estava, sobretudo, fazer o ponto da situação do Sínodo Diocesano em curso, avaliar a sua concretização e refletir formas para continuar a sensibilizar e envolver a comunidade diocesana.
O Bispo diocesano salientou a dificuldade que existe, em alguns cantos da Diocese, para envolver as comunidades na participação, devido à idade avançada das mesmas. Referiu, por outro lado, que, onde há pessoas mais sensíveis e disponíveis para a participação, há preocupação em respeitar os prazos estabelecidos para apresentar os frutos da reflexão, há alegria no empenho, curiosidade em saber o que se passa na Diocese, esperança nos resultados e maior consciência de pertença a uma Igreja que é construída pela participação de todos. Ressaltou ainda que são estes que a todos animam e confortam, sem pessimismos nem indiferenças.
A par desta abordagem sobre o Sínodo e daquilo que a sua dinâmica estará a pedir para uma envolvência mais englobante da comunidade diocesana, abordou-se como programar a vivência do Ano da Fé, sem criar programas paralelos mas incluindo essa vivência dentro da caminhada sinodal.
Sendo o Ano da Fé um “convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor”, também desejamos que a Diocese o celebre “de forma digna e fecunda”, se intensifique “a reflexão sobre a fé”, se confesse “a fé no Senhor ressuscitado”, se assuma “a responsabilidade social daquilo que se acredita” e se intensifique “o testemunho da caridade”. Foram dadas sugestões várias que agora serão analisadas mais profundamente e, tanto quanto possível, integradas na programação pastoral.
Foi ainda dado conhecimento das diretrizes referentes ao tratamento dos casos de abuso sexual de menores e dos procedimentos a adotar em caso de conhecimento de situações que indiciem ou evidenciem situações de tal natureza. Os destinatários imediatos destas diretrizes são todos os que trabalham, de alguma forma, na atividade da Igreja, em particular os que exercem funções de direção, chefia, gestão ou coordenação na atividade própria de cada pessoa jurídica canónica, como as IPSS e outras. Tais orientações, como, aliás, também se diz no texto em questão, não dispensam, em caso algum, a observância das demais normas internas da Igreja, nem o escrupuloso cumprimento das normas legais do direito interno português.
Finalmente, e antes da partilha de experiências pastorais e assuntos de ocasião, foram ouvidos os conselheiros sobre a Celebração de Exéquias orientada por leigos. Vai-se sentindo a necessidade de recolher e avaliar as experiências já feitas para que se possam estabelecer alguns critérios a ter em conta. Sendo apresentadas pelos Párocos, essas pessoas depois de adequada formação, possam ser mandatadas pelo Bispo para exercerem tal serviço em nome da Igreja.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet