Por: Tiago Carvalho
“Em menos de meio ano, Castelo Branco corre o risco de somar mais de mil desempregados aos três mil que estão atualmente registados no concelho”, estima o coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco da CGTP (USCB).
“Em menos de meio ano, Castelo Branco corre o risco de somar mais de mil desempregados aos três mil que estão atualmente registados no concelho”, estima o coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco da CGTP (USCB).
No balanço de um ano de governo PSD/CDS-PP, Luís Garra garante que “hoje vive-se pior no distrito de Castelo Branco”, onde o desemprego atinge oficialmente 13 mil pessoas.
O dirigente sindical discursou em Castelo Branco, na passada quinta-feira, numa ação da USCB. Luís Garra aludiu, em particular, à situação dos funcionários das empresas Cilvet, Delphi e call center da Segurança Social, que perderam recentemente o emprego ou correm risco de o vir a perder.
A iniciativa, que decorreu em vários pontos do distrito, congregou dezenas de trabalhadores em lay off, funcionários de firmas com processos de insolvência e com salários em atraso, bem como trabalhadores com créditos laborais por receber e com processos de negociação coletiva bloqueados.
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