Por: Patrícia Calado
“Um momento importante na vida do Orfeão”, foi assim que Daniel Martins, presidente do Orfeão de Castelo Branco, caracterizou o lançamento do livro dos 50 anos deste grupo.
“Um momento importante na vida do Orfeão”, foi assim que Daniel Martins, presidente do Orfeão de Castelo Branco, caracterizou o lançamento do livro dos 50 anos deste grupo.
Em 1957, Castelo Branco viu nascer um grupo que depressa se tornou num grupo coral de sucesso. Com altos e baixos, o Orfeão de Castelo Branco já tem muito para contar, e neste livro, lançado no sábado no Centro de Cultura Contemporânea, são partilhados todos os momentos dos primeiros 50 anos do grupo, até 2007.
Da autoria de Adelaide Salvado, o livro já tinha sido terminado em 2007, no entanto, só agora é que foi publicado, pela RVJ Editores. Um livro que, de acordo com João Carrega, diretor da editora, “merece ser lido”. Uma opinião partilhada pelo presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia, que afirmou que esta publicação não conta apenas a história do Orfeão.
“É um livro com história do Orfeão e também de Castelo Branco. O grupo ajudou a construir a nossa história. São 50 anos do Orfeão, da nossa cultura e do nosso concelho. O Orfeão tem tido um papel fundamental no desenvolvimento cultural da nossa cidade”, referiu o edil.
Muitos foram os elogios prestados ao Orfeão de Castelo Branco e a moldura humana que se fez representar no lançamento do livro ilustrou o carinho que a cidade albicastrense sente pelo grupo coral.
Jorge Neves, presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, acredita que o Orfeão continua bem “vivo e com horizontes para o futuro”. Um futuro que Daniel Martins afirma poder ser de “grande vivacidade” muito graças ao atual maestro “jovem e irreverente” e aos orfeonistas “dignos continuadores da história do Orfeão”.
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