Por: Diário Digital Castelo Branco
O II Torregri de Cadetes decorreu na Sertã no passado dia 23 de Março e a prova contou com a presença de 8 clubes num total de 101 atletas com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos. Os clubes participantes foram a ANAR, CCD Sertã, CN Guarda, Elétrico da Ponte-de-Sôr, CN Elvense, CN Fundão, Campomaiorense, CN Portalegre.
O II Torregri de Cadetes decorreu na Sertã no passado dia 23 de Março e a prova contou com a presença de 8 clubes num total de 101 atletas com idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos. Os clubes participantes foram a ANAR, CCD Sertã, CN Guarda, Elétrico da Ponte-de-Sôr, CN Elvense, CN Fundão, Campomaiorense, CN Portalegre.
A Associação de Natação Albicastrense os Redentoristas (ANAR) fez-se representar com 18 atletas: 8 meninos (Afonso Mateus, Tiago Campos, Tiago André, Francisco Caseiro, Eduardo Tavares, Lucas Reis, Dinis Santos e Guilherme Rato) e 10 meninas (Inês Santos, Inês Marques, Carolina Afonso, Diana Silva, Vitoria Almeida, Maria Rita Agostinho, Madalena Tavares, Carolina Pires, Leonor Nunes e Isabel Barfield).
Este torneio está inserido num conjunto de 3 provas relacionadas entre si (Torregri´s), onde os atletas devem nadar vários tipos de provas e distâncias com o objetivo de promover o seu desenvolvimento global e pedagógico como praticantes da modalidade. Os três Torregris foram projetados pela Federação Portuguesa de Natação de forma a existir um encadeamento entre si e uma uniformização territorial visto que a sua estrutura é comum a todas a associações do país. Durante estas provas a papel desempenhado pelas equipas de arbitragem é extremamente importante, adotando uma postura pedagógica, e sempre que possível, corrigindo alguns "erros" técnicos cometidos pelos atletas, próprios da sua tenra idade.
Outro dos grandes objetivos destas provas é o de proporcionar momentos competitivos aos atletas mas sem realçar as classificações. Apesar de existir uma classificação por prova, os troféus entregues são de participação e iguais para todos os atletas, dando assim relevo ao processo de formação e à prática da natação e não ao resultado competitivo final.
De realçar fica a conquista de cerca de 60 recordes pessoais por parte dos atletas da ANAR e de um espírito de grupo e de companheirismo saudável entre todos: atletas, treinadores e encarregados de educação.
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